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Fazer intercâmbio: uma experiência que deve ser mostrada no currículo

Fazer intercâmbio: uma experiência que deve ser mostrada no currículo

Uma viagem internacional já é experiência gratificante por si só: você passa a conhecer novos lugares, pessoas e culturas. Imagine então fazer intercâmbio, ter a chance de ter mais experiência de vida morando em outro país.

O engrandecimento vai muito além do âmbito pessoal: atinge o campo profissional e é bem-visto no mercado de trabalho. Também pudera, o conhecimento adquirido transforma sua mentalidade e perspectiva de mundo, além de mostrar aos recrutadores sua disponibilidade de sair da zona de conforto.

Já pensou em turbinar o currículo com essa oportunidade? Se o assunto desperta seu interesse, confira esse post especial que fizemos para você.

Fazer intercâmbio: os desafios

São muitos os destinos possíveis: cidades grandes, pequenas, famosas, de que você nunca ouviu falar, litorâneas, cosmopolitas, no interior, em todos os continentes. O propósito também varia: curso de idiomas ou profissionalizante, de curta duração ou não, estágio ou trabalho voluntário.

Tudo depende da sua intenção e perfil, por isso a necessidade de pesquisar bastante antes de escolher o destino: alinhe-o às suas expectativas. De qualquer forma, não importa para onde você vá, existem desafios comuns a todos os intercambistas.

A língua falada

Você não se dá conta do quanto seus ouvidos são acostumados com o idioma pátrio até viajar para o exterior. Ainda que o destino seja uma nação falante da língua portuguesa, o sotaque é outro e a assimilação perde a naturalidade.

O inglês de Londres, Estados Unidos e Austrália, além de variar dentro dos respectivos territórios, não é igual entre eles. A princípio é difícil entender alguns sons e o significado de todos os vocábulos, mas com o decorrer dos dias você vai se familiarizando — e não ter vergonha de falar a língua estrangeira é essencial para isso.

A orientação geográfica

No intercâmbio se leva um tempo até o cérebro entender a localização de novos lugares e as rotas a serem percorridas. Se na sua cidade natal você sabia se locomover a pé, de carro, bicicleta, pegar transporte público, fazer compras, pedir pizza e comer um hambúrguer, no exterior tudo é novidade.

sites e aplicativos com dicas e avaliações sobre vários tipos de estabelecimentos comerciais, mostrando rotas e ajudando você a chegar onde precisa. Contudo, vai demorar um pouco até você assimilar as localidades e trajetos sem ter que olhar para o celular a cada 10 passos e rezando para ter internet móvel.

Os costumes

Se arrotar à mesa no Brasil é falta de educação, na Coreia é sinal de ter achado a comida muito boa. Existem hábitos cotidianos, datas comemorativas e comportamentos específicos de cada nação.

Fazer intercâmbio coloca o indivíduo em contato com costumes diferentes e se adaptar é acolher as mudanças tal qual o país estrangeiro acolheu você. Essa receptividade esperada do intercambista vai desde os menores gestos até os grandes significados regentes da rotina do povo local.

A saudade de casa

Depois do deslumbre com um mundo completamente diferente do seu e superada a fase de adaptação, você começa a sentir falta dos seus parentes, amigos e país.

Desde o barzinho da esquina onde você ia no Brasil, passando pela comida brasileira e sua cama, tudo é saudade. Nesses momentos, lembre-se: o sacrifício vale a experiência e daqui a pouco você está de volta para os velhos e bons.

Fazer intercâmbio: as vantagens no mercado de trabalho

O intercambista mergulha em um processo profundo de autoconhecimento, longe das pessoas do seu dia a dia e dos lugares onde construiu seu passado.

Isso coloca você em sintonia com si mesmo, ensina a entender sua individualidade e escancara seus gostos e afinidades, além de despertar certas habilidades, como as elencadas a seguir:

Responsabilidade

Muitos fatores novos precisam ser administrados quando se mora sozinho em outro país. Cumprir os compromissos da sua rotina remodelada, cuidar da casa, mercado, dinheiro e contas são algumas das tarefas advindas dessa experiência.

Se alguma coisa der errado, sua rede de proteção (pais e amigos) estará longe e você não terá a quem delegar suas responsabilidades. Assim, o intercambista voltará para sua terra com maior independência porque terá aprendido a se planejar e administrar vários aspectos da vida adulta sozinho.

Adaptabilidade

Acredite, o intercâmbio coloca você diante de situações inéditas e imprevisíveis, como a dificuldade de fazer um saque nos caixas eletrônicos automáticos ou a necessidade de acionar o seguro de vida para uma emergência médica.

Imprevistos na escola, no trabalho e com moradia vão exigir jogo de cintura para você manter seus planos e bem-estar lá fora. É necessário cultivar a habilidade de ser flexível, aberto a mudanças e empenhado para resolver os problemas no caminho.

Capacidade comunicativa

Para sobreviver em um país diferente do seu, você precisa aprender a se comunicar. Não se fala aqui tão somente em falar a língua local, entender e se fazer entendido, mas da comunicação que aproxima pessoas e cria elos.

Converse, faça novos amigos, estabeleça contato com os colegas de curso, do estágio e da residência estudantil, pergunte aos nativos sobre o lugar onde você está. Quanto mais expansivo você for nesse sentido, maior proveito vai tirar dessa experiência.

Conhecimento

Os estudos ou trabalho desenvolvidos no intercâmbio vão trazer conhecimento técnico, linguístico, pessoal e profissional. A globalização é uma tendência da era digital que facilita a interação entre os indivíduos, além do tráfego intenso de informações entre espaços remotos do globo.

Quando mais você conhece, maior é seu domínio de atuação no mercado, capacidade apreciada pelos recrutadores, que buscam pessoas capazes de resolver problemas cada vez mais complexos e multidisciplinares.

Fazer intercâmbio: a experiência no currículo

Lembra quando mencionamos a importância de adequar o destino à sua intenção e perfil? Então, isso conta bastante para o quanto essa vivência vai pesar no seu currículo.

Um curso de astrobiologia no exterior é muito mais adequado para alguém cursando Física se comparado a um estudante de Direito planejando atuar na área jurídica.

A experiência em questão não pode apenas um penduricalho no seu currículo e, como orientação geral, devem ser descritas minuciosamente as tarefas e projetos desenvolvidos, artigos publicados e línguas estrangeiras estudadas.

No currículo físico, insira o intercâmbio na categoria pertinente:

  • em “formação acadêmica” caso tenha sido parte de uma pós ou graduação-sanduíche;
  • em “experiência profissional” se ele foi feito a trabalho/estágio;
  • em “atividades extracurriculares” se você cursou idiomas ou ensino profissionalizante (business, por exemplo).

Já no LinkedIn, utilize palavras-chave e solicite recomendações que provem o desempenho e objetivos cumpridos durante a vivência no exterior, enaltecendo suas habilidades.

Fazer intercâmbio aumenta sua competitividade no mercado de trabalho e coloca seu currículo em evidência perante as empresas. Elas buscam profissionais adaptáveis, com proatividade e iniciativa para a tomada de decisões, conhecimento técnico, bagagem cultural e capacidade comunicativa para criar uma grande rede de contatos.

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